Esta última semana foi do pior!
Todos os dias uma coisa diferente ou era um trabalho ou era uma frequência, ou então uma avaliação prática ou ainda uma apresentação.
Aii, a faculdade põe me os cabelos brancos, tira-me horas de sono, isto tudo somadinho equivale a uns quantos anos de vida perdidos! Ainda para mais, em pessoas como eu que têm aulas ao sábado e que esta semana ainda tiveram que por os pés na faculdade no domingo de amanha!
Enfim, aliado a este cansaço ainda tenho que aturar as birras, e tentar ter forças e paciência para uma certa e determinada pessoa que nunca percebi o que somos, amigos ? amigos coloridos ? namorados ? é difícil entender-te e a paciência sinceramente anda a esgotar-se! Visto, que constantemente queres a minha atenção, o meu interesse e total concentração toda e só em ti e para ti! Ficas á espera que seja sempre eu a manter a "chama " desta coisa que de certa forma é uma uma espécie de relação.
Um pouco de compreensão da tua parte, um pouco de apoio, um carinho ao fim do dia, ajudava imenso. Mas ao fim do dia , eu é que ainda tenho que compreender a tua parte, mimar-te, dar-te "paleio", fazer-te feliz, e EU ???? Que egoísmo da tua parte, preciso de mais consideração tua, preciso que neste momento sejas tu a dar o primeiro passo e a manter a tal "chama" e não eu ! I NEED A BREAK!
Começo a sentir que os meus esforços para tentar manter, seja lá o que for que temos são insuficientes, e isto assim não pode continuar e vai desabar! Estás habituado a ter me ali guardada para ti e sempre que precisas e queres é a mim que recorres, quando o dia te corre menos bem, é comigo que vens falar, estás muito mal habituado, se te dou tanto no mínimo devia receber o mesmo. ACORDA BEBE, porque se não quando deres por ti, eu estou bem longe, bem longe desta tal espécie de relação e ai talvez vás sentir realmente a minha falta e como eu era aquela que te amparava todas as quedas...

Não é saudável para ninguém. É frustrante, desgastante e ninguém merece, MUITO MENOS TU!
ResponderEliminarEu vivi algo do género no qual só eu alimentava, só eu cultivava a relação, remava sozinha, empurrava o barco e, se fosse preciso, ainda levava "patadas". Não é vida. Ninguém tem esse direito! E não nos traz felicidade como era suposto.